O romance original de Georges Bataille foi adaptado pelo dramaturgo Elzemman Neves, tem direção de Inês Aranha e é interpretado por Bia Toledo.
Em Paris, no ano de 1906, Hélène perde o marido aos 32 anos. Viúva, Hélène se aproxima do filho, Pierre, e decide recriá-lo a seus olhos. Assim, Hélène se revela e se desnuda para o filho, conduzindo-o à beira da corrupção moral. A atraente sensação de abismo permeia toda a trajetória, sempre pontuada por vícios e erotismo.
Figurinos de Fábio Namatame, cenário de Chris Aizner e Pedro Ivo Pisano, desenho de luz Carmine D'Amore e trilha original de Fernanda Maia.